O Ministério Público de Umuarama propôs ação civil pública, pela prática de atos de improbidade administrativa, contra oito integrantes da Câmara Municipal daquela cidade. O anúncio foi feito pelo promotor de Justiça na comarca, André Tiago Pasternak Glitz.
As oito pessoas são acusadas de pertencer a um esquema que provocou o desvio de mais de R$ 1,6 milhão do Legislativo. O grupo teria agido entre os anos de 2000 e 2006. A investigação durou dois anos e está sob segredo de Justiça.
De acordo com as investigações, o nome citado como mentor do esquema é o de Carlos Martins, ex-chefe da Divisão de Contabilidade da Câmara. Em depoimento à Polícia, Martins assumiu a autoria e declarou que há outros envolvidos, porém, não citou nomes.
Uma sindicância e duas comissões especiais de investigação da Câmara Municipal concluíram que Carlos Martins cuidava sozinho de todo o dinheiro da folha de pagamento. Ninguém percebeu o sumiço do dinheiro durante seis anos. As informações são do jornal Umuarama Ilustrado.
As oito pessoas são acusadas de pertencer a um esquema que provocou o desvio de mais de R$ 1,6 milhão do Legislativo. O grupo teria agido entre os anos de 2000 e 2006. A investigação durou dois anos e está sob segredo de Justiça.
De acordo com as investigações, o nome citado como mentor do esquema é o de Carlos Martins, ex-chefe da Divisão de Contabilidade da Câmara. Em depoimento à Polícia, Martins assumiu a autoria e declarou que há outros envolvidos, porém, não citou nomes.
Uma sindicância e duas comissões especiais de investigação da Câmara Municipal concluíram que Carlos Martins cuidava sozinho de todo o dinheiro da folha de pagamento. Ninguém percebeu o sumiço do dinheiro durante seis anos. As informações são do jornal Umuarama Ilustrado.
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