Em menos de dois meses, nove cavalos foram mortos de forma misteriosa em Foz do Iguaçu. Os animais pertencem a catadores de lixo e puxam carrinhos que transportam material reciclável colhido nas ruas. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, mas até agora não há pistas do responsável pela matança.
A maioria dos cavalos foi abatida a tiros durante a noite, em terrenos próximos às residências dos catadores de lixo. Alguns são agredidos antes de serem baleados ou até mesmo envenenados. Um dos cavalos, que recebeu quatro tiros, foi encontrado com a cabeça amarrada a uma árvore.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que atua no setor de coleta reciclável, está orientando os proprietários a dar queixa na polícia. No entanto, nem todos procuram os investigadores. Segundo a Polícia Civil, até agora apenas dois proprietários fizeram registro de ocorrência. Possivelmente eles temem represálias.
O presidente da Associação dos Agentes Ambientais de Foz do Iguaçu, Claudemir Gomes das Neves, diz que os trabalhadores usam os cavalos porque não têm acesso aos carrinhos elétricos movidos a bateria feitos por técnicos da Itaipu Binacional. Em maio deste ano, 18 carrinhos foram cedidos para agentes ambientais que integram cooperativas. Cada cooperativa recebeu três. “Por enquanto não temos idéia do motivo das mortes. O pessoal está com medo de comprar o cavalo e perder de novo.” Ele diz que todos os animais mortos já haviam sido cadastrados pela prefeitura de Foz do Iguaçu.
Fonte: Gazeta do Povo
A maioria dos cavalos foi abatida a tiros durante a noite, em terrenos próximos às residências dos catadores de lixo. Alguns são agredidos antes de serem baleados ou até mesmo envenenados. Um dos cavalos, que recebeu quatro tiros, foi encontrado com a cabeça amarrada a uma árvore.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que atua no setor de coleta reciclável, está orientando os proprietários a dar queixa na polícia. No entanto, nem todos procuram os investigadores. Segundo a Polícia Civil, até agora apenas dois proprietários fizeram registro de ocorrência. Possivelmente eles temem represálias.
O presidente da Associação dos Agentes Ambientais de Foz do Iguaçu, Claudemir Gomes das Neves, diz que os trabalhadores usam os cavalos porque não têm acesso aos carrinhos elétricos movidos a bateria feitos por técnicos da Itaipu Binacional. Em maio deste ano, 18 carrinhos foram cedidos para agentes ambientais que integram cooperativas. Cada cooperativa recebeu três. “Por enquanto não temos idéia do motivo das mortes. O pessoal está com medo de comprar o cavalo e perder de novo.” Ele diz que todos os animais mortos já haviam sido cadastrados pela prefeitura de Foz do Iguaçu.
Fonte: Gazeta do Povo
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