Nesta tarde chuvosa de quarta-feira em Cianorte, Noroeste do Paraná, ouço uma reportagem sobre o único consertador de panelas em Maringá. Ele, com a ajuda do genro, percorre as ruas da cidade oferecendo os seus serviços e fazendo na hora. Um professor da UEM (Universidade Estadual de Maringá) foi entrevistado no momento em que levava uma panela antiga, com mais de 50 anos queimando no fogo, para ser consertada. Uma relíquia para a mulher dele com a qual é casado faz 30 anos. Tudo isto transmitido em CBN de rádio em Maringá. Logo em seguida vem uma moça ligada ao departamento de Economia da UEM dizendo que esse tipo de profissão – de consertador de panelas e outras mais – tende a desaparecer com o mundo globalizado. Fico em dúvida!
É comum qualquer vovó ter em casa um móvel antigo. E que não troca por nada mais moderno deste mundo. Existem aqueles que possuem antigas vitrolas (aquelas mesmas de tocar discos!). Ou então, que tal aquela bicicleta dos anos 60? Ou um Fusca 66 como carro de família? E qual um móvel entalhado a mão à moda antiga na sala principal?
Não vou me alongar. Quero apenas questionar a moça do departamento de Economia da UEM. Jamais vai desaparecer a figura do consertador de panelas. Tem um aqui em Cianorte que é mais antigo que o de Maringá. Não falta serviço. Aqui bem perto de onde eu moro, tem um marceneiro especializado em restaurar móveis antigos. Show de bola. Tem um outro, também bem pertinho, eletrotécnico, isso mesmo, que conserta qualquer vitrola, toca-discos, toca-fitas e outras coisas velhas mais nesta área. E conheço ainda um cara que faz qualquer entalhe em madeira para encaixar em qualquer móvel. Mas se você preferir ele vai lá mede e faz, de acordo com o gosto do freguês. A moça da UEM que me desculpe, mas ela está fora da realidade do mercado. E turma do carro velho? Eles ficam pesquisando pela cidade afora veículos antigos e compram. Só para ter o prazer de reforma-los, pagando uma fortuna.
Era o que era para ser dito!
É comum qualquer vovó ter em casa um móvel antigo. E que não troca por nada mais moderno deste mundo. Existem aqueles que possuem antigas vitrolas (aquelas mesmas de tocar discos!). Ou então, que tal aquela bicicleta dos anos 60? Ou um Fusca 66 como carro de família? E qual um móvel entalhado a mão à moda antiga na sala principal?
Não vou me alongar. Quero apenas questionar a moça do departamento de Economia da UEM. Jamais vai desaparecer a figura do consertador de panelas. Tem um aqui em Cianorte que é mais antigo que o de Maringá. Não falta serviço. Aqui bem perto de onde eu moro, tem um marceneiro especializado em restaurar móveis antigos. Show de bola. Tem um outro, também bem pertinho, eletrotécnico, isso mesmo, que conserta qualquer vitrola, toca-discos, toca-fitas e outras coisas velhas mais nesta área. E conheço ainda um cara que faz qualquer entalhe em madeira para encaixar em qualquer móvel. Mas se você preferir ele vai lá mede e faz, de acordo com o gosto do freguês. A moça da UEM que me desculpe, mas ela está fora da realidade do mercado. E turma do carro velho? Eles ficam pesquisando pela cidade afora veículos antigos e compram. Só para ter o prazer de reforma-los, pagando uma fortuna.
Era o que era para ser dito!
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