Uma nova tendência na moda que vem por aí já não leva em conta apenas beleza e conforto, mas também a segurança de quem veste. A partir de um estudo da Polícia Militar (PM) do Paraná, a designer Mariane Rohing desenvolveu uma bolsa, uma jaqueta feminina e uma calça masculina aparentemente normais, mas que escondem diversos mecanismos que dificultam a ação de ladrões.
Mariane mostrou ao telejornal Paraná TV 1ª edição os detalhes da sua coleção antifurto. Na bolsa, o zíper não aparece, fica escondido debaixo de uma aba. Há cadeados com segredo, que impedem a abertura por terceiros. “Na abertura principal da mochila há uma corrente, onde a carteira fica presa”, contou a designer.
Uma rede de pesca reveste internamente toda a bolsa, entre o jeans e o forro da mochila, para dificultar o corte do tecido. “Caso o revestimento seja cortado com um estilete, os objetos não caem, pois ficam guardados em bolsos flutuantes, que ficam presos na parte superior à mochila”. A alça da bosta também possui segurança reforçada. Um mosquetão (espécie de gancho) evita que a mochila seja retirada apenas com a abertura do velcro.
Na jaqueta feminina, há zíperes e alças com botões de pressão no bolso estilo “canguru”. E tanto a blusa quanto a calça, escondem diversos compartimentos, invisíveis à primeira vista. “Na calça há um bolso na barra, com abertura oculta sob uma aba do mesmo tecido, ideal para guardar documentos”, explicou Mariane. “Na jaqueta, há um bolso na manga, onde pode-se guardar um celular”.
As peças que dificultam a vida dos ladrões foram criadas a partir de uma pesquisa, que ouviu 300 presos em penitenciárias do Paraná. Os bandidos inspiraram o desenho das roupas ao contar como roubavam pessoas nos ônibus e nas ruas da cidade. “Se o coronel perguntasse para um delinqüente sobre os crimes que ele cometeu, a resposta não seria confiável. Por isso pedimos o apoio do corpo técnico do departamento penitenciário, que são psicólogos, assistentes sociais e pedagogos, que trabalham diariamente com pessoas que estão em fase recuperação, e elas voluntariamente cederam essas informações, o que nos dá a garantia de que são informações cientificamente consolidadas”, disse o Roberson Bondaruck, coronel da PM, ao Paraná TV.
Os modelos ainda não estão no mercado, mas o coronel deu dicas de como a decisão na hora de comprar uma roupa pode ser importante para a segurança do consumidor. “A gente sugere que quando as pessoas vão comprar roupas elas observem os bolsos. Uma roupa sem bolsos, por exemplo, vai obrigar a pessoa a carregar a carteira, um documento ou o dinheiro na mão, o que a torna bem mais vulnerável”, explicou.
“Outra ponto a se observar é a profundidade do bolso. Às vezes um bolso mais raso faz com que parte da carteira, do cheque, ou do documento fique à mostra, o que favorece o arrebatamento por um criminoso”. Segundo o coronel, a pesquisa também mostrou que os criminosos preferem furtar objetos de vítimas que transportem seus bens na parte de trás do corpo, principalmente quando o objeto está afastado da pessoa, como em mochilas ou bolsas.
Fonte: Gazeta do Povo OnLine
Mariane mostrou ao telejornal Paraná TV 1ª edição os detalhes da sua coleção antifurto. Na bolsa, o zíper não aparece, fica escondido debaixo de uma aba. Há cadeados com segredo, que impedem a abertura por terceiros. “Na abertura principal da mochila há uma corrente, onde a carteira fica presa”, contou a designer.
Uma rede de pesca reveste internamente toda a bolsa, entre o jeans e o forro da mochila, para dificultar o corte do tecido. “Caso o revestimento seja cortado com um estilete, os objetos não caem, pois ficam guardados em bolsos flutuantes, que ficam presos na parte superior à mochila”. A alça da bosta também possui segurança reforçada. Um mosquetão (espécie de gancho) evita que a mochila seja retirada apenas com a abertura do velcro.
Na jaqueta feminina, há zíperes e alças com botões de pressão no bolso estilo “canguru”. E tanto a blusa quanto a calça, escondem diversos compartimentos, invisíveis à primeira vista. “Na calça há um bolso na barra, com abertura oculta sob uma aba do mesmo tecido, ideal para guardar documentos”, explicou Mariane. “Na jaqueta, há um bolso na manga, onde pode-se guardar um celular”.
As peças que dificultam a vida dos ladrões foram criadas a partir de uma pesquisa, que ouviu 300 presos em penitenciárias do Paraná. Os bandidos inspiraram o desenho das roupas ao contar como roubavam pessoas nos ônibus e nas ruas da cidade. “Se o coronel perguntasse para um delinqüente sobre os crimes que ele cometeu, a resposta não seria confiável. Por isso pedimos o apoio do corpo técnico do departamento penitenciário, que são psicólogos, assistentes sociais e pedagogos, que trabalham diariamente com pessoas que estão em fase recuperação, e elas voluntariamente cederam essas informações, o que nos dá a garantia de que são informações cientificamente consolidadas”, disse o Roberson Bondaruck, coronel da PM, ao Paraná TV.
Os modelos ainda não estão no mercado, mas o coronel deu dicas de como a decisão na hora de comprar uma roupa pode ser importante para a segurança do consumidor. “A gente sugere que quando as pessoas vão comprar roupas elas observem os bolsos. Uma roupa sem bolsos, por exemplo, vai obrigar a pessoa a carregar a carteira, um documento ou o dinheiro na mão, o que a torna bem mais vulnerável”, explicou.
“Outra ponto a se observar é a profundidade do bolso. Às vezes um bolso mais raso faz com que parte da carteira, do cheque, ou do documento fique à mostra, o que favorece o arrebatamento por um criminoso”. Segundo o coronel, a pesquisa também mostrou que os criminosos preferem furtar objetos de vítimas que transportem seus bens na parte de trás do corpo, principalmente quando o objeto está afastado da pessoa, como em mochilas ou bolsas.
Fonte: Gazeta do Povo OnLine
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