O ferreiro André Luís Pereira procurou a polícia em Umuarama para se proteger das agressões, que segundo ele, sofreria da própria mulher, Elizabete Estulião. O ferreiro afirma que para pegar seus pertences, na casa da mulher, precisa de escolta policial.
Pereira afirma que a mulher é ciumenta e não quer que ele tenha contato com sua mãe. Quando isso ocorre, o casal briga e ele sempre leva a pior. Mostrando hematomas no pescoço, o ferreiro complementa: "moro na casa dela, onde também mora minha sogra”. Para evitar confusão, ele diz que nem conversa com a mãe da mulher, “mesmo assim ela me critica e nos faz brigar. Não dá mais para vivermos juntos. Não agüento mais tanta agressão", emenda.
O ferreiro diz que mantém a casa com o dinheiro que ganha, porém acredita que poderia ter mais sucesso na profissão se a mulher não tivesse tantos ciúmes. Ele conta que há dia em que ela determina que ele fique em casa. "Quando ela acorda e diz que é para eu ficar em casa, tenho que ficar. Caso contrário é pancadaria na certa".
A delegada Emileni Locateli explicou ontem que não há lei que trate da agressão de mulher em homens. Só o contrário. No entanto, argumenta que em casos como esse, a vítima deve registrar um Boletim de Ocorrência (BO) de agressão. Desta forma a acusada responderá a um Termo Circunstanciado (TC), um procedimento judicial simples.
Fonte: Umuarama Ilustrado
Pereira afirma que a mulher é ciumenta e não quer que ele tenha contato com sua mãe. Quando isso ocorre, o casal briga e ele sempre leva a pior. Mostrando hematomas no pescoço, o ferreiro complementa: "moro na casa dela, onde também mora minha sogra”. Para evitar confusão, ele diz que nem conversa com a mãe da mulher, “mesmo assim ela me critica e nos faz brigar. Não dá mais para vivermos juntos. Não agüento mais tanta agressão", emenda.
O ferreiro diz que mantém a casa com o dinheiro que ganha, porém acredita que poderia ter mais sucesso na profissão se a mulher não tivesse tantos ciúmes. Ele conta que há dia em que ela determina que ele fique em casa. "Quando ela acorda e diz que é para eu ficar em casa, tenho que ficar. Caso contrário é pancadaria na certa".
A delegada Emileni Locateli explicou ontem que não há lei que trate da agressão de mulher em homens. Só o contrário. No entanto, argumenta que em casos como esse, a vítima deve registrar um Boletim de Ocorrência (BO) de agressão. Desta forma a acusada responderá a um Termo Circunstanciado (TC), um procedimento judicial simples.
Fonte: Umuarama Ilustrado
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