A sucessão de recordes de emprego tanto no Paraná como em nível nacional pode estar com os dias contados. Os motivos são a elevação da taxa básica de juros (Selic), desde abril, e a crise financeira dos Estados Unidos -que se agravou esta semana e está respingando mundo afora.
A opinião é do economista Cid Cordeiro, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, regional Paraná (Dieese-PR). “A crise financeira ainda não afetou o mercado de trabalho, mas vai afetar a partir do início de 2009”, prevê o economista.
Segundo ele, a elevação da taxa de juros iria, sozinha, desacelerar a atividade econômica brasileira a partir do ano que vem. “A crise financeira vai acentuar essa desaceleração”, disse, acrescentando que a instabilidade no mercado financeiro provoca incertezas, e as decisões de investimento são adiadas.
Para o economista, mesmo que o pacote de ajuda financeira seja aprovado esta semana nos Estados Unidos, as conseqüências não poderão ser evitadas. “A crise está dada e os efeitos estarão presentes na economia em 2009”, sentenciou.
Entre os setores que devem registrar desaceleração nas contratações em 2009 estão os de bens duráveis e semiduráveis, como veículos e eletrodomésticos. É que com menos crédito no mercado, a compra desses bens pode ficar mais difícil.
Fonte: Paraná-Online
A opinião é do economista Cid Cordeiro, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, regional Paraná (Dieese-PR). “A crise financeira ainda não afetou o mercado de trabalho, mas vai afetar a partir do início de 2009”, prevê o economista.
Segundo ele, a elevação da taxa de juros iria, sozinha, desacelerar a atividade econômica brasileira a partir do ano que vem. “A crise financeira vai acentuar essa desaceleração”, disse, acrescentando que a instabilidade no mercado financeiro provoca incertezas, e as decisões de investimento são adiadas.
Para o economista, mesmo que o pacote de ajuda financeira seja aprovado esta semana nos Estados Unidos, as conseqüências não poderão ser evitadas. “A crise está dada e os efeitos estarão presentes na economia em 2009”, sentenciou.
Entre os setores que devem registrar desaceleração nas contratações em 2009 estão os de bens duráveis e semiduráveis, como veículos e eletrodomésticos. É que com menos crédito no mercado, a compra desses bens pode ficar mais difícil.
Fonte: Paraná-Online
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