Os produtos “Made in Maringá” espalham-se pelo mundo. Chineses, russos, holandeses, coreanos, franceses e espanhóis consomem mercadorias produzidas no município. Até mesmo Bangladesh, uma das mais pobres nações asiáticas, comprou US$ 20 milhões em produtos maringaenses este ano.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o volume de exportação por empresas do município cresceu 97,5% de janeiro a agosto de 2008, na comparação com o mesmo período de 2007.
Na relação entre compras e vendas, a balança comercial é favorável a Maringá. O município importou US$ 177,7 milhões e exportou US$ 579,5 milhões: saldo positivo de US$ 401,8 milhões.
O relacionamento comercial de Maringá com o exterior é dominado pelas commodities agrícolas. O principal produto de exportação é a soja, que responde por 39% das vendas.
Em segundo lugar, aparece o açúcar, com 31% do volume exportado. Mas os maringaenses vendem de tudo: de roupas a rolhas, bebidas, mel natural e assentos estofados. A pauta de exportação de Maringá conta atualmente com 40 categorias.
Para o empresário maringaense Celso Capristo, a exportação já se tornou uma atividade normal. Há dez anos atuando no comércio exterior, a fábrica de uniformes direciona 30% da produção para a África do Sul. O tecido e as máquinas para a fabricação de uniformes são comprados da China. “Importar ainda é um processo complicado, existem cotas e a liberação é difícil”, revela. “Exportar é mais fácil: depois que a mercadoria chega ao navio, não tem porque segurá-la”, acrescenta.
No mercado cada vez mais competitivo, uma diferença de centavos faz a diferença. Por isso, muitos empresários maringaenses passaram a comprar insumos da China, famosa pelos preços baixos. Difícil é selecionar produtos de qualidade dos itens de segunda linha, já que o país também é famoso pela falsificação.
“Na China, você encontra tanto produtos inferiores quanto os de boa qualidade”, afirma o empresário maringaense Luiz Carlos de Andrade, que já participou duas vezes da Feira de Guangzhou (Cantão). Depois das visitas, ele passou a adquirir tecido chinês para a fabricação de roupas no Brasil. “O grande diferencial é o preço”, revela.
Para quem deseja participar do Comércio Exterior, os veteranos no negócio recomendam cuidado. “Na importação, é fundamental ter alguém de confiança no país, para checar o embarque das mercadorias”, recomenda Capristo.
Fonte: O Diário
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o volume de exportação por empresas do município cresceu 97,5% de janeiro a agosto de 2008, na comparação com o mesmo período de 2007.
Na relação entre compras e vendas, a balança comercial é favorável a Maringá. O município importou US$ 177,7 milhões e exportou US$ 579,5 milhões: saldo positivo de US$ 401,8 milhões.
O relacionamento comercial de Maringá com o exterior é dominado pelas commodities agrícolas. O principal produto de exportação é a soja, que responde por 39% das vendas.
Em segundo lugar, aparece o açúcar, com 31% do volume exportado. Mas os maringaenses vendem de tudo: de roupas a rolhas, bebidas, mel natural e assentos estofados. A pauta de exportação de Maringá conta atualmente com 40 categorias.
Para o empresário maringaense Celso Capristo, a exportação já se tornou uma atividade normal. Há dez anos atuando no comércio exterior, a fábrica de uniformes direciona 30% da produção para a África do Sul. O tecido e as máquinas para a fabricação de uniformes são comprados da China. “Importar ainda é um processo complicado, existem cotas e a liberação é difícil”, revela. “Exportar é mais fácil: depois que a mercadoria chega ao navio, não tem porque segurá-la”, acrescenta.
No mercado cada vez mais competitivo, uma diferença de centavos faz a diferença. Por isso, muitos empresários maringaenses passaram a comprar insumos da China, famosa pelos preços baixos. Difícil é selecionar produtos de qualidade dos itens de segunda linha, já que o país também é famoso pela falsificação.
“Na China, você encontra tanto produtos inferiores quanto os de boa qualidade”, afirma o empresário maringaense Luiz Carlos de Andrade, que já participou duas vezes da Feira de Guangzhou (Cantão). Depois das visitas, ele passou a adquirir tecido chinês para a fabricação de roupas no Brasil. “O grande diferencial é o preço”, revela.
Para quem deseja participar do Comércio Exterior, os veteranos no negócio recomendam cuidado. “Na importação, é fundamental ter alguém de confiança no país, para checar o embarque das mercadorias”, recomenda Capristo.
Fonte: O Diário
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