Ao lado do segmento das confecções a construção civil é que mais gera empregos em Cianorte quando o assunto é indústria. Mas o setor sofre com a falta de mão de obra qualificada. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Cianorte, Sebastião Lima da Silva, diz que faltam cursos de preparação dos trabalhadores para o mercado. “Estamos tentando em parceria com o Sinduscon de Maringá trazer cursos de qualificação para Cianorte”, informa.
Conforme a Convenção Coletiva de Trabalho em vigor em 2009, os salários variam de R$ 712 para serventes a R$ 1.360 para mestre de obras. Aí se contabiliza além da remuneração um vale compra de R$ 190 por mês. “Na tentativa de conseguir completar as vagas disponíveis, algumas construtoras estão oferecendo salário maior em relação ao estabelecido na Convenção Coletiva”, ressalta Lima da Silva.
A demanda de empregos na construção civil é generosa. Para se ter uma idéia, segundo informou o líder sindical, pelo menos oito empresas estão com dificuldades para tocar suas obras por falta de pessoal, principalmente de serventes e de pedreiros. Cada construtora, por exemplo, inicia por vez de 10 a 12 obras.
Com a finalidade de valorizar os trabalhadores, assegurando que o piso mínimo seja o estabelecido na Convenção Coletiva, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção, integra o Comitê de Combate à Informalidade ao lado do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA) e o Sinduscon (Sindicato da Construção Civil). “A cada 40 dias em média fazemos vistorias nas obras para observar as condições de segurança e se os trabalhadores estão recebendo o salário condizente com a sua tarefa”, explica Sebastião Lima da Silva.
Problema também afeta o setor de confecções
Diariamente a Agência do Trabalhador oferece dezenas de vagas para pessoas interessadas em trabalhar nas indústrias de confecções. Algumas empresas chegam a fazer entrevistas na própria agência para evitar a perda de tempo na contratação. Além disso, é comum as placas de “contrata-se costureiras” em portas de fábricas. E assim mesmo nem todas as vagas são preenchidas, já que falta mão de obra qualificada.
De acordo com a presidenta do Sindicato das Costureiras, Elizabete Alves de Matos, existem dois grandes problemas – a insuficiência de cursos de qualificação e a falta de interesse dos mais jovens em trabalhar nas indústrias do vestuário. E olha que as fábricas criam atrativos para contratar pessoal, como prêmio por produção, gratificação por índice de freqüência e são generosas no oferecimento de horas extras. Algumas indústrias também oferecem cestas básicas e assistência médico-odontológica. “Mesmo assim muitos empresários encontram dificuldades para contratar”, assinala Elizabete.
Com a organização em março da edição da Expovest para o lançamento da moda Inverno/Outono é de se prever que nas próximas semanas as indústrias voltem a reforçar seus quadros de pessoal para fazer frente aos pedidos que vão chegar. E na sequencia, lá pelo mês de junho, as empresas terão que aumentar a produção preparando-se para o lançamento da moda Primavera/Verão que ocorrerá no final de julho.
Conforme a Convenção Coletiva de Trabalho em vigor em 2009, os salários variam de R$ 712 para serventes a R$ 1.360 para mestre de obras. Aí se contabiliza além da remuneração um vale compra de R$ 190 por mês. “Na tentativa de conseguir completar as vagas disponíveis, algumas construtoras estão oferecendo salário maior em relação ao estabelecido na Convenção Coletiva”, ressalta Lima da Silva.
A demanda de empregos na construção civil é generosa. Para se ter uma idéia, segundo informou o líder sindical, pelo menos oito empresas estão com dificuldades para tocar suas obras por falta de pessoal, principalmente de serventes e de pedreiros. Cada construtora, por exemplo, inicia por vez de 10 a 12 obras.
Com a finalidade de valorizar os trabalhadores, assegurando que o piso mínimo seja o estabelecido na Convenção Coletiva, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção, integra o Comitê de Combate à Informalidade ao lado do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA) e o Sinduscon (Sindicato da Construção Civil). “A cada 40 dias em média fazemos vistorias nas obras para observar as condições de segurança e se os trabalhadores estão recebendo o salário condizente com a sua tarefa”, explica Sebastião Lima da Silva.
Problema também afeta o setor de confecções
Diariamente a Agência do Trabalhador oferece dezenas de vagas para pessoas interessadas em trabalhar nas indústrias de confecções. Algumas empresas chegam a fazer entrevistas na própria agência para evitar a perda de tempo na contratação. Além disso, é comum as placas de “contrata-se costureiras” em portas de fábricas. E assim mesmo nem todas as vagas são preenchidas, já que falta mão de obra qualificada.
De acordo com a presidenta do Sindicato das Costureiras, Elizabete Alves de Matos, existem dois grandes problemas – a insuficiência de cursos de qualificação e a falta de interesse dos mais jovens em trabalhar nas indústrias do vestuário. E olha que as fábricas criam atrativos para contratar pessoal, como prêmio por produção, gratificação por índice de freqüência e são generosas no oferecimento de horas extras. Algumas indústrias também oferecem cestas básicas e assistência médico-odontológica. “Mesmo assim muitos empresários encontram dificuldades para contratar”, assinala Elizabete.
Com a organização em março da edição da Expovest para o lançamento da moda Inverno/Outono é de se prever que nas próximas semanas as indústrias voltem a reforçar seus quadros de pessoal para fazer frente aos pedidos que vão chegar. E na sequencia, lá pelo mês de junho, as empresas terão que aumentar a produção preparando-se para o lançamento da moda Primavera/Verão que ocorrerá no final de julho.
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