O Ministério Público do Paraná (MP-PR) ajuizou, nesta quinta-feira (12), uma ação civil pública contra um engenheiro que por quase 11 anos exerceu cargos em duas prefeituras simultaneamente. Nilton Plickler, que atualmente é vereador de Formosa do Oeste pelo PDT, é acusado de improbidade administrativa. O MP requer a indisponibilidade de bens do vereador no valor de R$ 200 mil.
De acordo com o MP, em 1983, Plicker havia sido nomeado engenheiro civil responsável pelo município de Formosa do Oeste, em caráter celetista. Com a Constituição Federal de 1988, foi efetivado na função. Em 1993, teria omitindo a informação de já ter um cargo público e prestou concurso para o mesmo posto na prefeitura de Iracema do Oeste. Ele foi aprovado e nomeado.
De acordo a Promotoria de Justiça, acumular cargos públicos é ilegal. Uma ação civil pública anterior já havia garantido judicialmente a exoneração do engenheiro dos cargos públicos que ocupava. Com medida proposta nesta quinta-feira, O MP busca o ressarcimento dos cofres públicos. Se condenado, Plickler pode ser afastado das funções públicas, perder os direitos políticos e pagar multa . A ação civil pública é assinada pelo Promotor de Justiça Márcio Soares Berclaz.
A reportagem da Gazeta do Povo Online tentou falar com Plickler na Câmara de Vereadores, mas ele não foi localizado. Na casa no vereador ninguém atendeu as ligações.
(Gazeta do Povo)
De acordo com o MP, em 1983, Plicker havia sido nomeado engenheiro civil responsável pelo município de Formosa do Oeste, em caráter celetista. Com a Constituição Federal de 1988, foi efetivado na função. Em 1993, teria omitindo a informação de já ter um cargo público e prestou concurso para o mesmo posto na prefeitura de Iracema do Oeste. Ele foi aprovado e nomeado.
De acordo a Promotoria de Justiça, acumular cargos públicos é ilegal. Uma ação civil pública anterior já havia garantido judicialmente a exoneração do engenheiro dos cargos públicos que ocupava. Com medida proposta nesta quinta-feira, O MP busca o ressarcimento dos cofres públicos. Se condenado, Plickler pode ser afastado das funções públicas, perder os direitos políticos e pagar multa . A ação civil pública é assinada pelo Promotor de Justiça Márcio Soares Berclaz.
A reportagem da Gazeta do Povo Online tentou falar com Plickler na Câmara de Vereadores, mas ele não foi localizado. Na casa no vereador ninguém atendeu as ligações.
(Gazeta do Povo)
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