Um grupo de famílias sem-teto invadiu 17 casas que estão sendo construídas no Jardim Universal, em Sarandi, a 12 quilômetros de Maringá. Segundo o proprietário da empreiteira responsável pelas obras, José Carlos Rosas, as pessoas chegaram por volta das 23h de segunda-feira (09) e permaneciam no local até as 12 horas desta terça-feira (10). A Polícia Militar de Sarandi, no entanto, nega os acontecimentos, afirmando que houve apenas uma tentativa de invasão.
Segundo Rosas, as famílias arrombaram as casas, que ainda necessitam de acabamento, vidros, energia elétrica, entre outros. “Fui ao local na manhã desta terça-feira e vi pelo menos 40 pessoas lá. Os nossos guardas nos disseram que eles passaram a noite nas construções”, afirmou.
Os pedreiros que trabalham nas obras tiveram de parar os trabalhos. “Acreditamos que o grupo seja formado por pessoas que não foram contempladas no programa de habitação”, fala Rosas.
A Polícia Militar de Sarandi, no entanto, informou que houve apenas uma tentativa de invasão. “São aproximadamente 15 pessoas. Eles tentaram entrar ontem à noite, não conseguiram e voltaram hoje pela manhã. Não houve resistência e a situação já está controlada. Pelo que apuramos, as pessoas que invadiram são as beneficiadas com o programa e exigem agilidade nas obras”, disse o sargento Silvano.
Segundo o proprietário da empreiteira, a entrega das casas está dentro do prazo previsto. Elas deverão ser concluídas até o fim de março.
(Jornal de Maringá)
Segundo Rosas, as famílias arrombaram as casas, que ainda necessitam de acabamento, vidros, energia elétrica, entre outros. “Fui ao local na manhã desta terça-feira e vi pelo menos 40 pessoas lá. Os nossos guardas nos disseram que eles passaram a noite nas construções”, afirmou.
Os pedreiros que trabalham nas obras tiveram de parar os trabalhos. “Acreditamos que o grupo seja formado por pessoas que não foram contempladas no programa de habitação”, fala Rosas.
A Polícia Militar de Sarandi, no entanto, informou que houve apenas uma tentativa de invasão. “São aproximadamente 15 pessoas. Eles tentaram entrar ontem à noite, não conseguiram e voltaram hoje pela manhã. Não houve resistência e a situação já está controlada. Pelo que apuramos, as pessoas que invadiram são as beneficiadas com o programa e exigem agilidade nas obras”, disse o sargento Silvano.
Segundo o proprietário da empreiteira, a entrega das casas está dentro do prazo previsto. Elas deverão ser concluídas até o fim de março.
(Jornal de Maringá)
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