Em menos de uma semana, os 26 trabalhadores da empresa Transvale Transportes de Cargas e Encomendas, passaram de funcionários a desempregados, sem direitos trabalhistas. A filial da empresa em Londrina, com matriz em Curitiba, avisou no último sábado (7) que os empregados estavam dispensados a partir desta segunda-feira (9) e marcaram o acerto de contas para quarta-feira (11).
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Londrina (Sinttrol), João Batista da Silva, durante a manhã de quarta-feira, caminhões da empresa estavam levando embora as máquinas e equipamentos do local e o acerto pelo tempo de trabalho foi suspenso, para surpresa dos funcionários. “Os gerentes de Londrina e Curitiba insinuaram que os empregados deveriam procurar a Justiça para receber o pagamento”, afirmou.
De acordo com o presidente, o próprio sindicato só ficou sabendo do encerramento das atividades depois que o caso foi noticiado pela imprensa. “Ninguém procurou a gente. Somente depois que os funcionários impediram a entrada e saída dos caminhões de mudança no portão da empresa, eles entraram em contato com o sindicato”, criticou.
Ainda conforme João Batista, a empresa também passa por dificuldades em Curitiba, onde a cada 15 dias ocorrem greves por causa dos atrasos nos pagamentos. Durante a manhã desta quinta-feira (12), houve uma reunião entre o sindicato e a diretoria da Transvale, mas a situação não foi resolvida. “A intenção da empresa é uma ação judicial para depois tentar um acordo com os empregados por um valor menor”, apontou o presidente do sindicato.
A reportagem do JL tentou contato com representantes da empresa, mas foi informada de que eles estavam em reunião.
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Londrina (Sinttrol), João Batista da Silva, durante a manhã de quarta-feira, caminhões da empresa estavam levando embora as máquinas e equipamentos do local e o acerto pelo tempo de trabalho foi suspenso, para surpresa dos funcionários. “Os gerentes de Londrina e Curitiba insinuaram que os empregados deveriam procurar a Justiça para receber o pagamento”, afirmou.
De acordo com o presidente, o próprio sindicato só ficou sabendo do encerramento das atividades depois que o caso foi noticiado pela imprensa. “Ninguém procurou a gente. Somente depois que os funcionários impediram a entrada e saída dos caminhões de mudança no portão da empresa, eles entraram em contato com o sindicato”, criticou.
Ainda conforme João Batista, a empresa também passa por dificuldades em Curitiba, onde a cada 15 dias ocorrem greves por causa dos atrasos nos pagamentos. Durante a manhã desta quinta-feira (12), houve uma reunião entre o sindicato e a diretoria da Transvale, mas a situação não foi resolvida. “A intenção da empresa é uma ação judicial para depois tentar um acordo com os empregados por um valor menor”, apontou o presidente do sindicato.
A reportagem do JL tentou contato com representantes da empresa, mas foi informada de que eles estavam em reunião.
Fonte: Jornal de Londrina
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